„Je mehr Liebe du gibst/ Quanto mais amor voa doa…

mehr davon du besitzt/ mais você posssui do mesmo.

Lindo, pensei eu… observando o quadro de recados de um dos apartamentos desconhecidos que visitei no último sábado, quando então ajudei Jörg na instalaςão de mais de uma centena de alarmes contra incêndio. Nem eu mesma pude acreditar nesta soma, mas como sei que Ele gosta e precisa de exatidão, acredito piamente em seu relatório. Eu sei apenas que no sábado a noite eu não consegui acompanhar o Euro Vision Contest por mais que dez minutos de tão cansada que estava. E talvez hoje possa compartilhar o como foram interessantes os meus mais recentes dias. E afirmo com todas as letras: cheios de altos e baixos, com algumas lágrimas e sorrisos.

  • Penúltima sexta: Café da manhã com amigas, aliás muito queridas – ainda comemorando o meu aniversário;
  • Sábado: dia de trabalho em Koblenz, logicamente cheio de novidades nem sempre agradáveis;
  • Domingo: Quermesse em Mermuth – onde trabalhei, voluntariamente, oferecendo atividades recreativas para as crianςas- aqui vivenciei uma experiência muito positiva me engajando numa cooperaςão com os bombeiros voluntários da vila. Só posso elogiar a receptividade deles e me esbaldar com os sorrisos que tenho ganhado dos habitantes da vila por ter me envolvido  num evento tradicional e popular entre os moradores do lugar;
  • Durante a semana: minhas aulas de esporte com as crianςas ao ar livre e pés descalςos – aproveitando o verão que deu o ar de sua graςa neste país gelado;
  • Último sábado: quase dez  horas de trabalho em Koblenz na instalaςão de  alarmes . Horas nas quais  vivencei experiências lindas e horríveis – paralelamente. Contraditório? Absolutamente não. Posso explicar exemplificando que  encontrei muitas pessoas jovens, simpáticas, receptivas, porém quase que encerrando um dia extraordinário com „chave de ouro“- tive uma experiência totalmente negativa, senão horripilante – a de entrar em um apartamento, cujos habitantes são Neo-Nazistas. Eu senti ímpetos de permanecer no corredor do prédio, quando observei os lenςóis pretos que cobriam os colchões espalhados pelos cômodos, as toalhas negras estendidas nos varais, cartazes fixados nas parees com propagandas pró- Neo. No entanto, o que mais me amendrontou foi o cachorro que também habita este apartamento- ele tem quase o meu tamanho,  insistia em me cheirar e assustar. O tempo todo eu pensava:  “ Ele vai me devorar agora mesmo…“  Esta foi uma das mais terríveis experiências que vivenciei nos meus quase 12 anos de Alemanha. Par a minha sorte, o dono do cachorro, nada simpático, mas pensando prático  tratou de levá-lo para longe de mim ao perceber o meu pânico e a seguranςa nas atitudes seguras, acertadas e firmes do meu „chefe alemão“. Não posso descrever o ambiente pesado e desagradável que permeceu naqueles cômodos por todos os minutos, nos quais tive  que ali permanecer – muito amedrontador  e desconfortável, posso afirmar com todas as letras!
  • Bem, no domingo tentei colocar „a casa“ em ordem e a tarde aceitando um convite inusitado para tomar café na casa de um dos meus vizinhos apaixonados pelo Brasil, acabei lá ficando na companhia de outras pessoas próximas, até tarde, tomando o pouco de cerveja gelada que ele tinha em estoque, olhando mil fotos de todos os lugares que ele já conheceu e  ouvindo uma sequência meio doida de músicas de diferentes artistas e estilos como: U2, Metallica, Paula Fernandes, Kiss,  Böhse Onkelz , Paula Fernandes de novo…  o meu vizinho está encantado com Ela e eu também!

No mais, quanto a esta semana… fica para a próxima! Nem conto… Laura sofrendo de insônia por causa de um trabalho de matemática e Victoria em prantos porque seu coelhinho fugiu…

Finalizando, vale a pena ouvir!

Beijos.

Céu Rasgado (totalmente aberto)

Tausende Kreuze trägt er über den Tag / Ele carrega mil cruzes ao longo do dia
365 Tage im Jahr / 365 dias no ano
12 Stunde zeichnen sein Gesicht / 12 horas marcam o seu rosto
Es ist ok, aber schön ist es nicht/Está bem, mas lindo não é
Jeden Morgen geht er durch diese Tür/ Todas as manhãs ele atravessa esta porta

Jeden Morgen bleibt die Frage wofür?/Todas as manhãs fica a pergunta: para quê?
Und jeder tag gleitet ihm aus der Hand / E todos os dias desliza de suas mãos
Ungebremst, gegen die Wand / Sem freio, contra a parede
Ist nicht irgendwo da draußen \’n bisschen Glück für mich?/Não há em algum lugar lá fora nem um pouquinho de felicidade para mim?
Irgendwo ein Tunnelende das Licht verspricht / Em algum lugar um fim de túnel que promete luz?
Er will so viel, / Ele quer tanto
Doch eigentlich nicht / Mas não, no fundo não
Nur ein kleines bisschen Glück! / Apenas um pouquinho de felicidade!

Wann reißt der Himmel auf? Quando o céu se abre??
Auch für mich, auch für mich/ Também para mim
Wann reißt der Himmel auf?/ Quando o céu se abre?
Auch für mich, auch für mich/ Também para mim, também para mim
Wann reißt der Himmel auf? Quando o céu se abre?
Sag mir wann, sag mir wann?! Fala para mim quando, fala para mim quando?
Wann reißt der Himmel auf?
Auch für mich, auch für mich
Sag, wann reißt der Himmel auf?
Wann reißt der Himmel auf?

Es ist das Leben hier im… Paradies/ A vida aqui … no paraíso
Wenn das süße Gift in ihre Venen schießt/ Quando o doce veneno invade suas veias
Vergisst sie alles, was so gnadenlos schien/ Ela esquece tudo que parecia implacável
Den kalten Himmel und das kalte Berlin/ O céu frio e a fria Berlim
Sie ist nicht gerne gesehen in dieser Stadt, weil.. /Ela não é bem vista nesta cidade, porque…
Unser Netz sie nicht aufgefangen haben, weil.. / Nossa rede não apegou, porque…
der Teufel seine Kreise um sie zog /Os ciclos viciosos mudaram-se
Noch nie… viel ihr was in den Schoß/ Ainda não.. muito dela, algo de colo
Ist nicht irgendwo da draußen \’n bisschen Glück für mich?/ Não há em algum lugar lá fora um pouquinho de felicidade para mim?
Irgendwo ein Tunnelende das Licht verspricht/ Em algum lugar um fim de túnel que promete luz?
Sie will so viel,/ Ela quer tanto,
Doch eigentlich nicht/mas não, no fundo não
Nur ein kleines bisschen Glück!!/ Apenas um pouquinho de felicidade!

Wann reißt der Himmel auf?
Auch für mich, auch für mich
Wann reißt der Himmel auf?
Auch für mich, auch für mich
Wann reißt der Himmel auf?
Sag mir wann, sag mir wann?!
Wann reißt der Himmel auf?
Auch für mich, auch für mich
Sag, wann reißt der Himmel auf?
Wann reißt der Himmel auf?

Beijos e uma semana com esperanςa!

De Mulher para Mulher/ De Mãe para Mãe…

©Que tenhamos sabedoria para silenciar nos momentos onde não há nada para ser dito!

„A importância de fechar a boca e abrir os braços

Uma amiga ligou com notícias perturbadoras: a filha solteira estava grávida. Relatou a cena terrível ocorrida no momento em que a filha finalmente contou a ela e ao marido sobre a gravidez… Houve acusações e recriminações, variações sobre o tema „Como pôde fazer isso conosco?“

Meu coração doeu por todos: pelos pais que se sentiam traídos e pela filha que se envolveu numa situação complicada como aquela. Será que eu poderia ajudar, servir de ponte entre as duas partes?…Fiquei tão arrasada com a situação que fiz o que faço – com alguma frequência – quando não consigo pensar com clareza: liguei para minha mãe. Ela me lembrou de algo que sempre a ouvi dizer.
Imediatamente, escrevi um bilhete para minha amiga, compartilhando o conselho de minha mãe: „Quando uma criança está em apuros, feche a boca e abra os braços.“….Tentei seguir o mesmo conselho na criação de meus filhos. Tendo tido cinco em seis anos, é claro que nem sempre conseguia. Tenho uma boca enorme e uma paciência minúscula.
Lembro-me de quando Kim, a mais velha, estava com quatro anos e derrubou o abajur de seu quarto. Depois de me certificar de que não estava machucada, me lancei numa invectiva sobre aquele abajur ser uma antiguidade, sobre estar em nossa família há três gerações, sobre ela precisar ter mais cuidado e como foi que aquilo tinha acontecido – e só então percebi o pavor estampado em seu rosto. Os olhos estavam arregalados, o lábio tremia.
Então me lembrei das palavras de minha mãe. Parei no meio da frase e abri os braços.
Kim correu para eles dizendo: – Desculpa… Desculpa – repetia, entre soluços. Nos sentamos em sua cama, abraçadas, nos embalando. Eu me sentia péssima por tê-la
assustado e por fazê-la crer, até mesmo por um segundo, que aquele abajur era mais valioso para mim do que ela.
– Eu também sinto muito, Kim – disse quando ela se acalmou o bastante para conseguir me ouvir. Gente é mais importante do que abajures. Ainda bem que você não se cortou. Felizmente, ela me perdoou.
O incidente do abajur não deixou marcas perenes. Mas o episódio me ensinou que é melhor segurar a língua do que tentar voltar atrás após um momento de fúria, medo, desapontamento ou frustração.
Quando meus filhos eram adolescentes – todos os cinco ao mesmo tempo – me deram inúmeros outros motivos para colocar a sabedoria de minha mãe em prática: problemas com amigos, o desejo de ser popular, não ter par para ir ao baile da escola, multas de trânsito, experimentos de ciência malsucedidos e ficar em recuperação.
Confesso, sem pudores, que seguir o conselho de minha mãe não era a primeira coisa que me passava pela mente quando um professor ou diretor telefonava da escola. Depois de ir buscar o infrator da vez, a conversa do carro era, por vezes, ruidosa e unilateral.
Entretanto, nas ocasiões em que me lembrava da técnica de mamãe, eu não precisava voltar atrás no meu mordaz sarcasmo, me desculpar por suposições errôneas ou suspender castigos muito pouco razoáveis.


É impressionante como a gente acaba sabendo muito mais da história e da motivação atrás dela, quando está abraçando uma criança, mesmo uma criança num corpo adulto.
Quando eu segurava a língua, acabava ouvindo meus filhos falarem de seus medos, de sua raiva, de culpas e arrependimentos. Não ficavam na defensiva porque eu não os estava acusando de coisa alguma. Podiam admitir que estavam errados sabendo que eram amados, contudo. Dava para trabalharmos com „o que você acha que devemos fazer agora“, em vez de ficarmos presos a „como foi que a gente veio parar aqui?“


Meus filhos hoje estão crescidos, a maioria já constituiu a própria família. Um deles veio me ver há alguns meses e disse „Mãe, cometi uma idiotice…“ Depois de um abraço, nos sentamos à mesa da cozinha.
Escutei e me limitei a assentir com a cabeça durante quase uma hora enquanto aquela criança maravilhosa passava o seu problema por uma peneira. …Quando nos levantamos, recebi um abraço de urso que quase esmagou os meus pulmões.
– Obrigado, mãe! Sabia que você me ajudaria a resolver isto.
É incrível como pareço inteligente quando fecho a boca e abro os braços.“

Este  texto maravilhoso, tive o prazer de receber via e-mail de uma amiga muito especial que se chama também Neusa – Neusa Rennó. Ela  mora em Itajubá-MG –  tem  dedicado toda a sua vida à Educaςão, aos filhos, aos amigos e à Literatura.

Beijos!

Errar é umano ou Humano (?) !

Educaςão:

"Es ist normal, veschieden zu sein" - "É normal ser diferente"

muitos adultos e crianςas têm dificuldades em admitir os próprios erros já que corrigí-los geram sentimentos desagradáveis como vergonha e culpa. Por isto  pode ocorrer que uma crianςa (ou mesmo um  adulto!)  estrage algo pertencente à uma outra crianςa ou adulto e se recuse a admitir sua responsabilidade. Se os pais se tornarem cientes do problema devem diretamente conversar com  a crianςa sobre o mesmo. „Importante: deve-se ressaltar não apenas  a atitude que não está correta, porém sobretudo quais as atitudes adequadas a serem tomadas futuramente. Em nenhum caso está permitido a sua desvalorizaςão enquanto pessoa „, nos esclarece Karin Jacob na Conferência Estadual de Aconselhamento Educacional. Os pais devem esclarecer aos seus filhos que cometer erros são inerentes à vida. Os errros nos permitem aprender e nos favorecem oportunidades para aprimorarmos nossos talentos e habilidades. Em uma próxima situaςão seremos capazes de  „fazer melhor“! Logicamente, nós enquanto pais e educadores devemos ser os exemplos ideais, ou seja, que sejamos capazes de admitirmos  e vivenciarmos nossos próprios erros e saibamos como trabalhá-los. Deste processo doloroso e necessário faz parte a busca em conjunto de caminhos que nos levam não só a corrigir nossas falhas, mas  a nos enriquecermos com a experiência negativa.

Traduςão do texto „Das Eingestehen von Fehlern vorleben“:  Rhein-Zeitung

Beijos e uma linda semana!

O Palmito perfeito…

O que que a "mineira" tem.... Oh...

constatei ontem ao determinar o cardápio do almoςo, afinal foi o dia das mães! Sinceramente não ficaria chateada se me convidassem para almoςar num desses restaurantes com vista para o Reno ou às margens do Mosel, mas a verdade é que como todos estávamos muito ocupados aqui em casa mesmo, sem reclamar de nada fui para o fogão… afinal Laura e Vic já haviam me presenteado com muita alegria e carinho algo que elas mesmas compraram e os respectivos cartões que desenharam e pintaram, além do que (quase) prepararam o café da manhã  para nós. Eu estava sim feliz com a autenticidade da minha pequena família em não estar muito eufórica com o dia das mães… prefiro assim… tudo muito simples, tranquilo e verdadeiro!

Depois de limpar o recinto do mais recente membro da família – Leo, o coelhinho – e continuar a faxina que havia comeςado na sexta, comecei a preparar o almoςo ao cozinhar o feijão preto que trouxemos do Brasil. Eu estava desde sexta decidida em preparar para nós a minha feijoada exclusiva (Feijoada a la Alemanha), arroz branco e uma ótima salada de alface, tomate, cebola e palmitos. Normalmente tudo muito saboroso e fácil de preparar. A minha grande dúvida era se realmente os palmitos enlatados que também  trouxemos do Brasil seriam àqueles macios, suculentos, perfeitos e raros de se encontrar em qualquer grande ou pequeno supermercado mesmo no Brasil. Por isso mesmo resolvi hoje compartilhar o meu entusiasmo com os últimos palmitos que trouxemos. Infelizmente, preocupados com o peso das malas, trouxemos apenas uma lata, a qual compramos no Mercado Muncipal de Itajubá– em uma daquelas vendas tão especiais, com os sacos de estopa lotados de cereiais por todo o canto, prateleiras recheadas de condimentos, garrafas de cachaça que acobertam todas  as paredes e uma infinidade de artigos interessantes como palhas de milho especialmente cortadas para cigarros e rolos enormes de fumo. Neste paraíso que amo visitar – assim como Jörg, Laura e Vic, além de me transportar para uma viagem gostosa para o tempo dos meus pais – encontramos, sob a recomendaςão do proprietário do armazém, cujo nome infelizmente não observei – o melhor palmito que já comi nos últimos anos. Como sempre, eu estava muito preocupada em analisar a qualidade dos palmitos nas embalagens de vidro, porém Ele gentilmente me informou: „Os palmitos  desta lata são os melhores!“ Eu duvidei um pouco de sua convicςão.  Ele observando a minha reaςão de desconfianςa, entre sorrisos, continuou a conversa: „É sim! Todo mundo volta para comprar este palmito…“

Eu acabei optando pelo palmito indicado e ontem pude verificar que realmente eles estavam, absolutamente perfeitos – assim como todo o almoςo (quanta modéstia!).

Beijos e quem sabe vocês ainda poderão concordar comigo!

Técnica – amor X ódio

Em um tempo muito distante eu sonhava que poderia me dar ao luxo de me manter longe de tudo que envolve o termo  „Técnica“. Eu sonhava profundamente que poderia me alegrar e me desesperar apenas com papéis,  livros, canetas, enciclopédias, dicionários,  projetos pedagógicos, fontes históricas, além de fraldas, panelas, rodos, vassouras,etc… etc…  Apenas agora depois de quase doze anos vivendo neste país e vinte anos sem meus pais confesso que me sinto orgulhosa por ter descoberto em mim o telento para a multifuncionalidade. A minha experiência de estar sem meus pais neste planeta foi dolorosa, pois no fundo são os pais (lógico, há execessão de regra) quem têm para nós os braςos abertos e acolheres quando estamos em fase de „fundo de poςo“, porém desesperadora também tem sido certas fases minhas neste país, onde o chique chama-se „selber machen“/“fazer você mesma“. Não posso „falar“ por outras brasileiras que vivem aqui, mas a minha experiência sendo casada com um ( quando convém à ele )-desses „típicos“ alemães, àqueles do gênero que preferem fazer tudo sozinhos, mesmo que  isto demore meses e custe nervos sem fim… é desconcertante. O fato é que para não ficar dando „murro em ponta de faca“ venho incorporando esta característica na minha personalidade  até por que é realmente muito mais prático e econômico quando você mesma pode seguir em frente com os seus projetos, sem ter que implorar por alguém fazer algo por você. Me encabula o fato de ouvir com tanta frequência a „falta de tempo“ das pessoas. É constrangedor solicitar uma ajudinha, até mesmo para as pessoas mais jovens ou mesmo para as crianςas, pois deduce-se automaticamente que ninguém tem tempo disponível para investir em assuntos ou projetos que não sejam absolutamente prioritários para elas mesmas. Se bem que tenho vivenciado isto no Brasil também, enquanto visita. Pensando bem, talvez isto aqui na Alemanha seja mais chocante porque se fala e se demonstra „na lata“ o que se pensa – diferente de nós brasileiros que muitas vezes usamos a diplomacia para não ferir sentimentos… (!). Não sei o que é certo ou errado, ou se há certo ou errado. Não estou aqui também para julgar pessoas e culturas, mas sim para compartilhar algo positivo: tenho acesso e posso garantir que funciona muito bem dois programas grátis para computadores para todos os interessados em trabalhar com fotos/imagens e ontem descobri o espetáculo de trabalhar também com a reprogramaςão de músicas. São aqui certos detalhes técnicos que eu nunca sonhei em aprender ou ter que aprender, mas como „água na bunda faz aprender a nadar“- e para seguir em frente com o meu trabalho numa nova coreografia, me ocupei ontem  com um programa e me senti depois a mulher mais realizada do mundo, pois tive as músicas que preciso exatamente no tempo e rítmo que andei estudando com minhas mais recentes e dedicadas danςarinas…

Sem mais „tempo“, aqui estão os super -anjos- programas que têm facilitado a minha vida:

  • Para o trabalho com imagens:

GIMP (32 Bit) – Download – CHIP Online

www.chip.de/downloads/GIMP-32-Bit_12992070.h…Bewertung: 95% – 15221 Bewertungen

vor 3 Tagen – GIMP (32 Bit) 2.8 Deutsch Free-Download kostenlos. GIMP im Ein-Fenster-Modus: Die Linux-Bildbearbeitung GIMP steht ab sofort in einer

  • Para trabalhar com audio:

WavePad – Download

wavepad.softonic.com.br/Diese Seite übersetzen
8 Bewertungen – Kostenlos – Windows – Multimedia

WavePad, download grátis. WavePad 4.46:

Só me resta desejar-lhes ótima diversão e afirmar com todas as letras: Você vai odiar e amar!

Beijos.

Liebe ist… Amor é…

http://www.youtube.com/watch?v=LohcPzkEQMU&feature=related

Du guckst mich an, und ich geh mit, você olha para mim, e eu vou com você
Und der ist ewig, dieser Augenblick. E  este olhar é para sempre.
Da scheint die Sonne, da lacht das Leben, ali o sol brilha, ali a vida sorri,
Da geht mein Herz auf, ich will’s dir geben. Ali se abre o meu coraςão, eu quero doá-lo para você.
Ich will dichtragen, ich will dich lieben, Eu quero carregar você,
Denn die Liebe, ist geblieben. Pois o amor ficou.
Hat nicht gefragt, ist einfach da, não perguntou, está aí simplesmente,
Weglaufen geht nicht, das ist mir klar. Sair correndo é impossível, isto é claro para mim.

Du und ich das ist ganz sicher, Você e eu é algo certo,
wie ein schöner tiefer Rausch, como uma linda e densa fumaςa,
Von der ganz besonderen Sorte , de uma espécie muito especial,
und wir haben ein Recht darauf: e nós temos o direito
Uns immer wieder zu begegnen, de nos encontrarmos sempre,
Immer wieder anzusehen. Sempre de novo observarmos.
Wenn die große weite Welt ruft, Quando o mundo enorme e distante chamar,
werde ich sicher, mit dir geh’n. eu vou, com certeza, com você.

Liebe will nicht,  Amor não quer,
Liebe kämpft nicht,  Amor não luta,
Liebe wird nicht, Amor não será,
Liebe ist. Amor é
Liebe sucht nicht, Amor não vicia,
Liebe fragt nicht, Amor não pergunta
Liebe ist, so wie du bist. Amor é, assim como você.

Gute Nacht, mein wunderschöner, Boa noite, meu maravilhoso,
Und ich möcht‘ mich noch bedanken. E ainda quero agradecer.
Was du getan hast, was du gesagt hast, o que você fez, o que você disse,
Es war ganz sicher nicht leicht für dich. Não foi, com certeza, fácil para você.
Du denkst an mich, in voller Liebe, você pensa em mim cheio de amor,
Und was du siehst, geht nur nach vorne. E o que você vê, só vai para frente.
Du bist mutig, du bist schlau, Você é corajoso, você é inteligente,
Und ich werd‘ immer für dich da sein, E eu estarei sempre aqui para você,
Das weiß ich ganz genau. Isto eu sei, perfeitamente.

Du und ich wir sind wie Kinder, Você e eu somos como crianςas,
Die sich lieben wie sie sind. Elas se amam assim como são.
Die nicht lügen und nicht fragen, Elas não mentem e não perguntam,
Wenn es nichts zu fragen gibt. Quando não há nada para se perguntar.
Wir sind zwei und wir sind eins, Nós somos dois e nós somos um,
Und wir seh’n die Dinge klar. E nós vemos as coisas claras.
Und wenn einer von uns gehen muss, E quando um de nós dois tem que ir,
Sind wir trotzdem immer da. Nós estamos, no entanto, presentes.

Wir sind da, wir sind da, wir sind da. Nós estamos aqui.
Wir sind da, wir sind da, wir sind da. Nós estamos aqui.

Liebe will nicht, Amor não quer,
Liebe kämpft nicht, Amor não luta,
Liebe wird nicht, Amor não será,
Liebe ist. Amor é
Liebe sucht nicht, Amor não procura,
Liebe fragt nicht, Amor não pergunta,
Liebe fühlt sich, an wie du bist. Amor se sente, em como você é.

Liebe soll nicht, Amor não deve,
Liebe kämpft nicht, Amor não luta,
Liebe wird nicht, Amor não será,
Liebe ist. Amor é.

Liebe sucht nicht, Amor não procura,
Liebe fragt nicht, Amor não pergunta,
Liebe ist, so wie du bist. Amor é, assim como você é.

Um pouco de loucura e romance, para você, neste e nos próximos  fins de semana!

Beijos!

A última (quase trágica) aventura…

"Uma surpreendente caixinha de surpresas é a vida".

inusitada, devo ainda acrescentar! No último sábado estive ocupada por cerca de dez horas a serviςo da firma particular do meu marido. Sim, paralelamente ao seu trabalho oficial ele é o próprio chefe de sua Micro-Eletro-Empresa. Nos últimos anos ele presta serviςos através de sua pequena firma para uma grande firma localizada em Frankfurt. Fato é que esta grande empresa está com contratos enormes para a instalaςão de alarmes contra incêndio em todas as propriedades que são alugadas no Estado Renânia Palatinado. Não que agora os proprietários estejam preocupados com os seus inquilinos, mas sim porque é uma lei. Acho um tremendo exagero, mas em cada cômodo dos apartamentos e casas tem que ser instalado um alarme, com excessão de cozinhas (normalmente) e banheiros.

Bem, na prevenςão radical (típico dos alemães) contra os incêndios, eu me vi na obrigaςão de aceitar o „convite“ do meu mais recente chefe para acompanhá-lo (e claro auxiliá-lo) em Koblenz na instalaςão de umas centenas de alarmes.

Eu não sabia exatamente o que esperava por mim, a não ser muita correria, trabalho pesado e a procupaςão com Laura e Vic que ficariam quase que o dia completo sozinhas em casa.

Apenas hoje posso escrever algo da experiência muito diferente de estar nos lugares mais íntimos de pessoas totalmente estranhas para mim. Eu não sei quem estava mais constrangido: eu ou os moradores – os beneficiados com os alarmes brancos, absolutamente novos e infalíveis – segundo o meu mais novo chefe, o qual no início da manhã  de trabalho se desesperou com minhas „pequenas“ falhas, mas ao fim do dia estava muito satisfeito com a minha estréia como oficial „Handwerkerin“. No comeςo do trabalho eu estava muito preocupada com tudo, mas depois do terceiro apartamento eu comecei a achar engraςado como as pessoas se espantavam quando observavam que eu estava ali para ajudar na instalaςão dos aparelhos. Passei a me sentir mais importante ainda quando carregava uma furadeira enorme ou quando usava o aparelho para medir as alturas dos solos em relaςão aos tetos dos cômodos nos quais seriam instalados os alarmes. Agora… o máximo mesmo foi testar o funcionamento dos mesmos e conectá-los ao aparelho de Funk. Tão simples na verdade – quando se sabe, mas tão enigmático para quem observa…

No fim da tarde, eu estava feliz por poder voltar para casa com mais esta bagagem de experiência. Fiquei mais feliz ainda por encontrar o nosso apartamento mais ou menos organizado. Laura e Vic não se preocuparam apenas em manter a ordem, como também desligar os aparelhinhos como televisao, Wi, etc e brincar lá fora para aproveitar o lindo dia de primavera que tivemos no sábado.

Ao cair da noite, depois da ducha, enquanto eu matava a sede com uma Bittburger geladinha e preparava a nossa pizza – confesso que não me saia da cabeςa imagens e odores dos cerca de 80 cômodos estranhos que visitei naquele dia, além de pedaςos de diálogos que trocamos com pessoas de várias nacionalidades naquele pequeno espaςo em Koblenz.

Beijos e linda semana!