Archive for Março, 2019

Mulher: No Mundo do Trabalho…

Quinta-feira, Março 7th, 2019

“Sonhadores não podem ser domados. Sonhos não estão à venda.

Ei chefe, isso é meu!
Muitas mulheres são muito modestas quanto ao se refere às suas qualidades. Por quê?

Sempre tem este ou àquele colega que posta regularmente no Face, Instagram ou Twitter super elogios às reuniōes de trabalho. Muitas vezes se pensa “Puxa-saco” ou “Convencido/a”! No entanto é bem provável que os/as chefes fiquem satisfeitos com esta reaçāo positiva do/a funcionário/a. As mulheres conversam 20 vezes mais sobre supostas deficiências do que os homens, descobre, a partir de pesquisas, o  consultor de empresas McKinsey. “Elas pensam que estão se vangloriando quando conversam sobre suas qualidades e objetivos”, ressalta Cordula Nussbaum: Karriere-coach. De preferência, elas aguardam que os chefes “as descubram”. A realidade: Em 30% dos casos, as posições são ocupadas através de contatos pessoais – segundo Nussbaum. Ou seja, torne-se visível!

Vamos destacar 7 dicas para mais reconhecimento feminino no mundo complexo do Trabalho.

    1. Lá, eu quero chegar! Diariamente, no trabalho, temos que comprovar a nossa capacidade, porém o mais importante para se avançar na carreira é deixar claro aonde você pretende chegar, afirma Nussbaum.
    2. O que eu posso, o que eu não posso? Quando temos o nosso objetivo definido, precisamos estar cientes dos nossos pontos  fortes e também de nossas fragilidades.
    3. Sete pontos -de -contato: Uma velha  sabedoria no mundo do Marketing/Negócios: Precisamos de 7 pontos positivos de contato antes de obtermos  confiança. Ou seja, é aconselhável buscar diferentes maneiras de se “tornar visível” para chefes ou clientes:  a reunião de trabalho, a apresentação de um projeto, o conhecimento sobre o assunto a ser tratado, as conversas informais com os chefes, etc. Ou seja você precisa ter vários canais positivos de comunicação.
    4. “Eu” ao invés de “Nós”: Principalmente as mulheres dizem “nós” administramos muito bem o projeto. Isto é algo simpático e as aproximam das pessoas. No entanto é evidente que a liderança na concretização das propostas fica empalidecida. Assim,  a própria atuação para o sucesso do projeto deve ser diplomaticamente esclarecida. É também mais confortável para os chefes obterem informações claras e precisas.
    5. Redes Socias: Banalidades no Facebook não são realmente necessárias, mas informações concisas e  profissionais em plataformas como Linkedin, Xing ou Intranet podem contar pontos positivos para a carreira.
    6. Seja precisa: A atenςão das pessoas é curta. No mundo profissional frequentemente sua duração é de apenas dois minuntos, segundo Nussbaum. Assim, em apresentações, conferências, etc, seja objetiva. Eficiência gera simpatia!
    7. Tudo isso foi eu: Antes de compromissos importantes compensa dar uma lustrada no próprio ego. Pense nas suas realizações dos últimos meses. Pense em pessoas que você admira e descubra o como   suas qualidades se sobressaem. E você? Como pode convencer-se e convencer seus chefes sobre o seu potencial? Que você o possui, estou certa!

Tudo de bom! ♥

Beijos!

Tradução livre: Artigo Hey.Chef. Das ist von mir! Carola Kleinschmidt, Brigitte N° 4/2019

Reflexão

Segunda-feira, Março 4th, 2019

Nossa capacidade ou incapacidade de interação conosco mesmos, com as pessoas que nos cercam (independente de credo, posicionamento político, cor ou talento),está irremediavelmente intrínseca à nossa própria personalidade, biografia, aos nossos valores e nossa capacidade de interação com estes mundos individualizados e as pessoas que os habitam.

Linda semana!

Beijos!♥

 

A síndrome do ninho (não) vazio

Sábado, Março 2nd, 2019

Um portrait de outros tempos.

Reclamações de uma mãe:

Estava pensando sobre a expressão “A síndrome do ninho vazio”. Razões não me faltam. Minhas filhas se mostram, apesar da pouca idade, tão independentes e seguras de si. Sei que tenho que me orgulhar deste fato, afinal o nosso objetivo enquanto mãe/pais é justamente preparar os filhos para a vida, já que como, acertadamente,  disse Gibran: “Os nossos filhos não são nossos filhos, mas sim filhos da vida.” No entanto o sentimento de apego e saudade do ninho ocupado me assalta frequentemente. Procurei ler sobre o assunto e conclui que todas as dicas que se encontram para  se superar esta síndrome, na verdade, já segui a risca. Prevendo esta doença e outras consequências adjacentes voltei para a escola e me dedico à uma nova profissão ou seja eu trabalho de verdade e não “apenas” em casa. Além de que tenho Hobbys, vou para a academia no mínimo uma vez por semana e encontro amigas. Então eu me pergunto o porquê da síndrome e resolvi dar uma reclamada sim e totalmente indiscreta, via blog mesmo. Sim, já fui mais indiscreta e escrevi muito sobre minha vida privada, mas nos últimos anos estive bem cuidadosa, afinal o mundo on-line está muito pervertido desde que se inventou e se propagou as chamadas “fake news” ou notícias falsas, realmente se leva algumas horas para se constatar a veracidade de uma notícia, um comentário, um ponto de vista. No princípio desta onda horrorosa de notícias falsas que circulam pelo mundo tão rápido como um “raio”, em função do acesso quase que generalizado à Internet, eu me senti meio que paralizada, depois atônica, nos últimos meses procuro acreditar que este fenômeno está propiciando oportunidades para as pessoas para aguçarem sua capacidade crítica ao se depararem com qualquer nova informação sobre os mais diferentes acontecimentos ao redor do mundo. Contudo, o fato é que numa era de proximidade entre os povos, nunca se esteve tão distante das pessoas, suas verdades, seus sonhos, seus medos e princípios. Eu, por minha vez procuro não me deixar varrer pelo avalanche de novidades, no qual  a cada segundo o mundo virtual tenta me arremessar , afinal minha caminhada no mundo real é mais significativa e para mim ainda o que conta são as veracidades, as batalhas individuais de todos nós e atualmente para ser sincera entre outras dores, sinto as dores do ninho (ainda não totalmente) vazio e não vejo ainda qualquer alternativa para as mesmas, a não ser aceitá-las e arranjar-me com elas. Como se pode amar tanto mais as próprias extensões do que a sim mesma? Alguém conhece uma solução prática?

Beijos!

Lindo do domingo, com carnaval ou não!