Educar é… buscar soluções

Parece uma destas frases prontas o título do meu post, mas ela foi escorrendo assim expontaneamente dos meus dedos enquanto eu pensava na minha semana e no meu contato  com as crianças – as minhas próprias e as de outras mães. Cada vez que penso no meu papel de Educadora junto à elas sinto um misto enorme de felicidade e medo. O desafio de educar ou tomar parte diretamente da educaςão de outras pessoas é desafiante e fabuloso, mas o nível de responsabilidade que envolve todo o processo é apavorante. São incontáveis os momentos de conflitos, confrontaςões e surpresas (positivas e negativas) que vivenciamos todos os dias – há cerca de vinte anos não sei mais o que significa a palavra tédio – existe realmente o sentimento de tédio? Não o reconheςo…

Os canais para o aprendizado sao múltiplos

No grande desafio que a tarefa “Educar” representa está incluída necessariamente a obrigaςão de aprendermos sempre quando enfrentamos novas situaςões, sermos  tolerantes com as fragilidades dos outros e também com as nossas próprias e sobretudo sermos coerentes com os nossos princípios, valores e responsabilidades. Mas a questão mesmo é como encarar tanta responsabilidade e com amor, quando o  caos do dia-a-dia nos envolve num turbilhão de dificuldades , sem contar  os momentos  de discussões intermináveis por tudo e por todos? Não é extremamente cansativo só em pensar em discutir um tema com nossos filhos? E com os filhos dos outros então? Socorro…

Pensando em situaςões conflitantes, eu gostaria de compartilhar com vocês algumas dicas de “Educaςão” que li outro dia na revista “Starke Kinder” (Crianςas fortes), pois as considero bastante interessantes e eficazes.

O que pode ajudar as crianςas a enfrentarem situaςões conflitantes:

  • Quando regras (para o cotidiano em família) fundamentadas e  esclarecidas – são  estabelecidas;
  • Quando as regras são observadas e seguidas não só pelas crianςas, mas também pelos adultos;
  • Após estabelecer limites compreensíveis: um claro e fundamentado  “n ã o” causa um efeito positivo em contrapartida a um “t a l v e z”;
  • Em uma situaςão extrema de conflito e sentimento de raiva, aguardar alguns momentos para depois tentar conversar com o (a) filho (a);
  • Quando todos os envolvidos nas situaςões de conflito têm chances para exporem os próprios pontos de vistas;
  • Quando todos respeitam a opinião e necessidades do outro e em conjunto procura-se soluςões para os problemas;

Fácil? Não! Necessário? Sim!

Beijos e lindo domingo com ou sem conflitos!

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