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Também quando “cacos” voam…

Segunda-feira, Janeiro 10th, 2011

Encarar com humor certos detalhes, pode ajudar...

existem certas regras para o jogo.

Psicologia: como casais se comportam frente a insinuacoes. As ofensas sao tabus.

Se em funcao do esquecimento do aniversário de casamento ou porque o recipiente para o lixo está super lotado – há certas situacoes que, em todo relacionamento, provocam discussoes e brigas. Há certos casais que brigam quase todos os dias, outros de tempos em tempos. “O quanto duas pessoas brigam, porém nao é um indicador de qualidade de uma relacao”, afirma Christian Thiel – conselheiro de casais (Berlim) . Como elas brigam já explicita algo da relacao. Uma ofensa pode ter consequências fatais.

“Mais importante que a pergunta sobre a regularidade dos desentedimentos entre um casal é a quantidade de momentos positivos, cheios de amor e compreensao que separa um caso de atrito do outro” – esclareceu-nos o conselheiro. Assim pode ser que a frieza, o distanciamento seja uma marca entre casais que nunca discutem, enquanto que casais compostos por galos de briga “sangue quente” possuem ainda com frequência o sentimento de “frio-na-barriga” (Schmetterlinge im Bauch – para os alemaes).

“Contudo, as situacoes de discóridia nao sao favoráveis para a relacao – em situacao de raiva, as pessoas podem tomar certas atitudes, das quais depois elas se envergonham, assim em alguns momentos é preferivel ao invés de explodir em frustracao melhor sair um pouco e arejar a cabeca” – aconselhou Thiel. A serenidade compoe uma relacao feliz. Logicamente pertence à todos os relacionamentos a necessidade de esclarecimentos, mas quem se aborrece por cada mínima contrariedade deve se perguntar se realmente compensa mais  uma situacao de atrito. “Os problemas insolúveis existem em toda parceria – discussoes muito frequentes e por qualquer ninharia cansam”…

“Naturalmente tem-se o direito de estar profundamente bravo, quando algo nao está em ordem” – opina Dagmar Kumbier, psicóloga diplomada (Hamburg), pois casais que entre si nao se “esfolam” esclarecem de forma insuficiente suas necessidades profundas – o que pode gerar problemas muito graves.

“Se há explosao  por motivos banais como – porque  a roupa suja nao foi colocada no local adequado ou nao  jogou-se no lixo o saquinho usado de chá  – compensa perguntar-se: o que existe por trás disto” . Muitas vezes o verdadeiro motivo para a rusga está num ponto problemático da relacao, o qual deve-se tentar esclarecer através de uma conversa aberta e franca (…)” – afirma a psicóloga.

Beijos e linda semana!

Texto base traduzido do original de Bettina Levecke (caderno: Leben), edicao n° 6 do jornal: Rhein- Hunsrück, 08.11.2011