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Os restos do Muro de Berlim

Sexta-feira, Julho 24th, 2015
Para saber mais: O Paraíso sem Bananas!

Para saber mais: O Paraíso sem Bananas!

Estudo: a divisão do território alemão e suas consequências ainda perduram.

25 anos após a reunificação da Alemanha, as diferenças do estilo de vida entre os alemães do leste e do oeste tornaram-se amenas em muitos aspectos. No entanto, por questões estruturais uma completa unidade entre a ex RDA (socialista) e a RFA (capistalista) nunca será concretizada.

Segundo o Instituto Berlinense de povoamento e desenvolvimento, com relação à taxa de natalidade, educação formal e condições ambientais não existe mais diferenças marcantes entre o leste e o oeste, porém quanto aos temas: Desenvolvimento populacional, robustez ecônomica, bens, herança ou na agricultura – as diferenças são visíveis.

No leste vivem mais solteiros, menos voluntários e maior evasão escolar. No oeste, uma a cada quatro crianças frequentam a pré-escola antes dos 3 anos. No leste mais da metade. Uma a cada 3 crianças recebem orientação religiosa no oeste. No leste uma a cada oito.

Segundo esta mesma pesquisa – quanto ao tema imigração – a Alemanha também está dividida. A tolerância para o fênomeno no leste é menor que no oeste e radicalismos de direita são mais frequentes na região leste do país.

Os alemães do leste vão raramente para as urnas e têm salários mais baixos. Possuem rendimento bruto estagnado há anos com margem de 25% inferior aos alemães do oeste. Também a produção nas empresas, após um rápido crescimento nos primeiros anos de unificação, atualmente não se aproxima das taxas do nível  ocidental.

Mas afinal onde estão as semelhanças entre o leste e o oeste?

  • As mulheres têm o mesmo número de filhos
  • Mães que trabalham (fora de casa) são bem vistas em ambos os lados
  • todos têm acessos à todos os programas de televisão
  • o telefone é acessível em todas as partes

Uma notícia conclusiva: o fluxo de migração do leste para o oeste foi estancado.

 

Tradução resumida do artigo “Was Ost und West noch trennt” – Rhein-Hunsrück-Zeitung, em 23.07.2015. As informações da pesquisa do Intituto berlinense foram divulgadas por seu diretor:  Reiner Klingholz.

 

 

Beijos e

um lindo dia!

 

Fragmentos de Projetos e Divagações

Terça-feira, Fevereiro 17th, 2015

Me sinto tão absurdamente perdida hoje. São tantos pensamentos, compromissos, projetos, carências, sorrisos e dores! Estou no meio de um turbilhão de novidades. Algumas vezes parece que minha energia se esvai lentamente pelos poros da pele. Tenho me esforςado para corresponder a muitas expectativas. Este é um dos meus graves defeitos! Me  perco totalmente quando não me concentro em prioridades.

Também na minha ignorância técnica perdi dois posts muito pessoais (Leves, mas bravas pinceladas de sucesso e Divagaçõoes de Sexta). Sei que não se trata de nada dramático, mas meus posts de caráter mais pessoal são como parte minha. Eles são importantes porque foram trabalhados apenas sob a emoςão, quando meus dedos  escreveram praticamente sozinhos, apenas  tocados pelas  reflexões e lembranςas.

Ah… na verdade gostaria de compartilhar tanto, tenho aprendido muito nestes últimos meses. Conheci pessoas tão especiais apesar e por causa de suas limitaςões, mas me sinto, neste momento, bastante pressionada pelo tempo e pela limitaςão das palavras escritas. Digo apenas para você que para abril tenho novidades. Estou preparando uma festa por dois bons motivos:

  • Comemorar meu meio século de vida. Escrever assim abertamente sobre anos não é tão fácil quanto se supõe! Tenho me preparado a décadas para estar de bem comigo mesmo apesar de tantas primaveras…
  • Apresentar meu segundo e provavelmente último Paradidático: Ele tem um Nome e um Projeto de capa, os quais apresento aqui em primeira mão:

Uma concepção pessoal, inspirada em depoimentos nada mais, nada menos que autênticos.

Me sinto agora muito ousada, mas me permito esta ousadia por estar bastante sensível ao tema (Segunda Guerra Mundial), não apenas por trabalhar nele, mas também pelas recentes atitudes absurdas e violentas contra a comunidade judia que vive na Europa. Não entendo porque ainda não aprendemos a respeitar todas as religiões e culturas. Por que convivemos ainda com tantas cabeças perturbadas pelo ódio e discriminaςão? Não posso deixar de citar nosso querido Renato Russo em Índios: “… nos deram espelhos e vimos um mundo doente…”

Voltando para a realidade, preciso me esforςar bastante para pensar em um dia de positividade, alegria e descontraςão, afinal hoje é terça de carnaval! E embora o dia esteja cinza e frio é preciso deixar-se contagiar pela alegria das últimas horas desta festa colorida!

Beijos e um lindo dia ainda!