Artikel-Schlagworte: „Psicologia“

Loyalität = Lealdade

Freitag, 30. November 2012

Melhorias precisam ter sucesso na calmaria, já que na tempestade não se pode mais consertar a vela. Moritz von Auffenberg

Dica de consultório: nunca criticar o (a) parceiro (a) na frente de outras pessoas:

Em todo caso, faz parte de uma relaςão o apoio recíproco. Desta dinâmica faz parte „fazer costas quentes“e não ridicularizar o outro na frente de outras pessoas – isto, penso eu, que é claro para todos nós!

No entanto existem situaςões nas quais temos opiniões completamente diferentes das do nosso parceiro e o  consideramos até mesmo totalmente injusto!

Também neste caso o que devemos fazer é manter a discriςão e tentar nos manter neutras, pelo menos até o momento em que outras pessoas estiverem presentes – „entre estranhos nunca critique o seu parceiro, principalmente pelas costas“ – aconselha   Felicitas Heyne, psicóloga de Herxheim/Renânia -Palatinado. Esse tipo de ilealdade, com o passar do tempo, irá com certeza prejudicar a relaςão de confianςa, a qual é fundamental em toda parceria.

Traduςão– texto página „Leben“ – Rhein-Hunsrück-Zeitung, N° 279 em 30.11.2012

Ps. Bem, problemas a parte – como disse o poeta: „ninguém é feliz sozinho“ e muitas vezes uma  sessão de reclamaςão a parte com uma ótima amiga pode ajudar bastante a aliviar certas tensões da relaςão, afinal as dificuldades estão presentes no cotidiano de todos nós – ou  não?

Beijos e lindo fim de semana!

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Dicas (práticas) do Consultório

Samstag, 4. August 2012

"Esconda a sua loucura atrás de um lindo sorriso.Isso basta". Paulo Coelho

Um final de semana diferente me aguarda, muito tranquilo… talvez até tranquilo demais. Estou sozinha em casa com meus pensamentos, ocupaςões domésticas e projetos para o futuro. É o terceiro ano consecutivo que Meus Três foram acampar juntamente com outros pais e crianςas aqui da nossa vila e dessa aςão, a qual tem um quê de aventura e gostinho de fim de férias, as mães estão fora, permanecem em casa e estam proibidas de participarem da aventura dos Meninos e Meninas. Às mães é concedida a  permissão de  ocuparem o próprio tempo com Elas apenas e decidirem desde a organizarem  grandes programas com amigas ou dormirem o tempo tempo se assim desejarem. Acho muito interessante esta tradiςão daqui! Meu final de semana, no entanto, mesmo sozinha já está repleto e não de programas com amigas, pois elas já estão comprometidas com  outras atividades. Acho que de diferente mesmo vou apenas dormir algumas horas extras que normalmente até porque tenho que me carregar de energia para a próxima semana que será de reforma na cozinha, ou seja meu campo preferido de trabalho e filosofia estará caótico! Jörg já me disse: „a partir de segunda, você não reconhecerá mais a sua cozinha…“ Deus meu!

Mas particularidades a parte, comecei este post com o objetivo de compartilhar algumas dicas úteis que li ontem e considero bem importantes para nos ajudar em nossos relacionamentos, afinal é ilusório de que alguma relaςão sobreviva sem conflitos, sem contradiςões, sem altos/baixos e já sabemos também faz tempo que almas gêmeas não existem a não ser em ficςão. Assim encarar a realidade e trabalhar as diferenςas ajudam muito a amenizar os conflitos. Logicamente certa flexibilidade, em qualquer situaςão é fundamental senão a única possibilidade é mesmo viver sozinho, mas como disse o poeta: „…ninguém é feliz sozinho…“

Alguns aspectos a serem considerados:

1-Férias:

  • Quando um dos parceiros gostaria de ir para as montanhas e o outro para o mar o melhor mesmo é tentar estabelecer um acordo no qual em um período de férias os dois viajam para as montanhas e no outro período para o mar;
  • Isso vale também para as atividades – quando um quer ir para a praia e o outro jogar futebol ou golfe – vale o consenso no revezamento dos programas;
  • Existe também a possibilidades de programas separados, os dois não precisam estar juntos 24 horas por dia. Assim enquanto Ela vai às compras ou ao cabelereiro, Ele pode se ocupar sozinho com uma atividade que o agrada muito e a Ela não exatamente;
  • Absolutamente irreal também é pensar que os problemas por si mesmos se resolverão nas férias. É melhor não esperar que cicatrizes e conflitos se evaporem apenas com o „clima de férias“.

2-Caixas:

Quando os dois se relacionam de forma muito diferenciada com dinheiro, faz sentido a existência de contas separadas. Quando os dois têm bons rendimentos vale a pena a organização de um caixa extra para despesas comuns com a casa. Muitas situaςões conflitantes e desagradáveis podem existir se um tentar mudar a maneira do outro de investir ou gastar, pois este aprendizado está muito ligado a forma como fomos educados – normalmente aprendemos com os nossos pais no que e como investir ou desperdiςar o nosso dinheiro.

3-Amigos:

Paralelo aos amigos comuns, devemos ter os nossos próprios amigos independentes de nossa relaςão amorosa. É saudável para ambas as partes passar algum tempo sozinhas com pessoas que lhe são confiáveis para uma boa conversa ou a prática de algum hobby.

4- Pequenos segredos:

Os casais não precisam sempre falar sobre tudo. Um pouquinho de segredo fazem como „o outro“ permaneςa interessante, atrativo. Psicólogos afirmam que os pequenos segredos permitem que possamos fantasiar através/em  nossos parceiros. Sem segredos o efeito se perde. Absoluta transparência não fortalece o relacionamento, pode torná-lo apenas entediante. Mais importante  é que sejamos para nossos parceiros pessoas previsíveis e confiáveis.

Beijos e boa sorte!

Fonte: Rhein-Hunsrück-Zeitung n°: 179,  em „Leben – Familie & Beziehung“

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Puberdade=pais a prova

Freitag, 11. März 2011

"Como abracar um Cacto?"

Com o comeco da puberdade os pais, com frequência, nao reconhecem mais os seus próprios filhotes. A doce proximidade da infância transforma-se em distância „aborrecente“. Aqui em casa, para a minha sorte, ainda nao estamos na fase aguda desta fase da vida das criancas, porém os indícios da mesma já sao bastante visíveis e penetrantes, por isso mesmo venho me preparando psicologicamente para ter uma chance de dancar mais ou menos conforme os rítmos malucos dos hormônios da minha filha pré-aborrecente e os meus próprios, os quais também sao colocados ao menos uma vez a cada mês (penso, esta é uma característica generalizada entre nós do sexo feminino)  em movimentos parecidos com os  de uma montanha russa, o que sem dúvida pode dificultar um pouco  a  convivência harmônica da família. No entanto quando somos capazes de compreender um pouquinho os nossos sentimentos e o porquê estamos tao sensíveis, carentes ou irritadas – podemos logicamente amenizar certos conflitos conoscos mesmas e com as pessoas que convivem conosco. Assim na esperanca de poder entender as mudancas de comportamento e postura da minha filhota „pré-aborrecente“ tenho tido muito interesse no assunto – puberdade –  procuro ouvir com atencao a experiência de outras maes e ler artigos sobre o tema. Eu sei que nao há nenhuma resposta pronta ou manual de instrucoes para se evitar os conflitos normais que sao pertinentes à fase. No entanto, pensando que dicas de especialistas nos ajudam a lidar com certas situacoes, eu resolvi compartilhar com vocês  algumas informacoes que obtive lendo o caderno Leben/ Rhein-Hunsrück-Zeitung (n° 42). Resumindo em pontos concisos –  estes sao alguns  esclarecimentos que obtive e outros que reforcei  em relacao ao tema:

  • Nesta fase temos a impressao que nao conhecemos mais os nossos próprios filhos tamanha a mudanca que se opera nas criancas. Quase nao reconhecemos mais seus gostos, valores e prioridades;
  • As criancas em fase de puberdade colocam tudo e todos a prova, principalmente os próprios pais;
  • A puberdade coloca a „vida interior“ da crianca em tormenta;
  • Entre o caos produzido pelas mudancas causadas pelos surtos hormonais, alteracoes do cérebro e  o esforco espendido para crescer/ tornar-se independente – as criancas perdem o controle sobre si mesmas;
  • Elas tomam atitudes incompreensíveis para os pais (os quais também nao sao realmente obrigados a entender). Isto é o indício que necessitam se firmarem em suas prórprias personalidades e para isso precisam  estabelecer e obter reconhecimento de suas fronteiras – em relacao aos pais (principalmente);
  • Os pais devem respeitar  a esfera de privacidade e o certo „distanciamento“ que por vezes os filhos buscam – nao enervar com mil perguntas/questionamentos;
  • É normal e saudável a preocupacao dos pais para com os filhos, queremos estar informados sobre o desempenho na escola, relacionamentos com amigos, etc – por isso temos que cuidar para que o nosso contato com eles nao se rompa, mesmo depois de uma briga ou grande discussao;
  • Mesmo sendo/estando, muitas vezes, extremamente hostis –  os adolescentes, no fundo, querem e necessitam que os pais estejam interessados por eles. No entanto, simplesmente cravejá-los de perguntas nao demonstra realmente interesse, senao cobranca;
  • Os pais podem demonstrar  sincero interesse pelos seus „Cactos“, por exemplo, sentando-se em um canto da cama e puxando uma conversa com ele, perguntando como ele se sente… a diferenca entre o real interesse e perguntas enervantes/vazias é muito fácil de ser identificada;
  • Por último, valem ainda para nós pais, as seguintes dicas:
  1. Tentar nao se deixar provocar;
  2. Nao falar como tagarela (blá.. blá…blá… blá) na cabeca das criancas;
  3. Evitar ao extremo  insinuacoes e confrontacoes.

Bem, munidos de certa fundamentacao teórica –  só me resta desejar a todos nós muita paciência e sorte!

Beijos.

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Também quando „cacos“ voam…

Montag, 10. Januar 2011

Encarar com humor certos detalhes, pode ajudar...

existem certas regras para o jogo.

Psicologia: como casais se comportam frente a insinuacoes. As ofensas sao tabus.

Se em funcao do esquecimento do aniversário de casamento ou porque o recipiente para o lixo está super lotado – há certas situacoes que, em todo relacionamento, provocam discussoes e brigas. Há certos casais que brigam quase todos os dias, outros de tempos em tempos. „O quanto duas pessoas brigam, porém nao é um indicador de qualidade de uma relacao“, afirma Christian Thiel – conselheiro de casais (Berlim) . Como elas brigam já explicita algo da relacao. Uma ofensa pode ter consequências fatais.

„Mais importante que a pergunta sobre a regularidade dos desentedimentos entre um casal é a quantidade de momentos positivos, cheios de amor e compreensao que separa um caso de atrito do outro“ – esclareceu-nos o conselheiro. Assim pode ser que a frieza, o distanciamento seja uma marca entre casais que nunca discutem, enquanto que casais compostos por galos de briga „sangue quente“ possuem ainda com frequência o sentimento de „frio-na-barriga“ (Schmetterlinge im Bauch – para os alemaes).

„Contudo, as situacoes de discóridia nao sao favoráveis para a relacao – em situacao de raiva, as pessoas podem tomar certas atitudes, das quais depois elas se envergonham, assim em alguns momentos é preferivel ao invés de explodir em frustracao melhor sair um pouco e arejar a cabeca“ – aconselhou Thiel. A serenidade compoe uma relacao feliz. Logicamente pertence à todos os relacionamentos a necessidade de esclarecimentos, mas quem se aborrece por cada mínima contrariedade deve se perguntar se realmente compensa mais  uma situacao de atrito. „Os problemas insolúveis existem em toda parceria – discussoes muito frequentes e por qualquer ninharia cansam“…

„Naturalmente tem-se o direito de estar profundamente bravo, quando algo nao está em ordem“ – opina Dagmar Kumbier, psicóloga diplomada (Hamburg), pois casais que entre si nao se „esfolam“ esclarecem de forma insuficiente suas necessidades profundas – o que pode gerar problemas muito graves.

„Se há explosao  por motivos banais como – porque  a roupa suja nao foi colocada no local adequado ou nao  jogou-se no lixo o saquinho usado de chá  – compensa perguntar-se: o que existe por trás disto“ . Muitas vezes o verdadeiro motivo para a rusga está num ponto problemático da relacao, o qual deve-se tentar esclarecer através de uma conversa aberta e franca (…)“ – afirma a psicóloga.

Beijos e linda semana!

Texto base traduzido do original de Bettina Levecke (caderno: Leben), edicao n° 6 do jornal: Rhein- Hunsrück, 08.11.2011

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