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O que precisa ser incorporado ao processo de Educação

Sonntag, 1. März 2015
por  Leonardo Boff

Geralmente o processo educativo da sociedade com suas instituições como a rede de escolas e de universidades estão sempre atrasadas em relação às mudanças que acontecem. Não antecipam eventuais processos e custam-lhes fazer as mudanças necessárias para estar à altura deles.
Entre outras, duas são as grandes mudanças que estão ocorrendo na Terra: a introdução da comunicação global via internet e redes sociais e a grande crise ecológica que põe em risco o sistema-vida e o sistema-Terra. Podemos eventualmente desaparecer da face da Terra. Para impedir esse apocalipse a educação deve ser outra, diversa daquela que dominou até agora.
Não basta o conhecimento. Precisamos de consciência: uma nova mente e um novo coração. Precisamos também de uma nova prática. Urge nos reinventar como humanos, no sentido de inaugurar uma nova forma de habitar o planeta com outro tipo de civilização. Como dizia muito bem Hannah Arendt:”podemos nos informar a vida inteira sem nunca nos educar”. Hoje temos que nos reeducar e no reinventar como humanos.
Por isso, acrescento às dimensões acima referidas, estas duas: aprender a cuidar e aprender a se espiritualizar.
Mas antes faz-se mister, previamente, resgatar a inteligência cordial, sensível ou emocional. Sem ela, falar do cuidado e da espiritualidade faz pouco sentido. A causa reside no fato de que todo sistema moderno de ensino se funda na razão intelectual, instrumental e analítica. Ela é uma forma de conhecer e de dominar a realidade, fazendo-a mero objeto. Sob o pretexto de que a razão sensível impediria a objetividade do conhecimento, foi recalcada. Com isso surgiu uma visão fria do mundo. Ocorreu uma espécie de lobotomia que nos impede de nos sentir parte da natureza e de perceber a dor os outros.
Sabemos que a razão intelectual, como a temos hoje, é recente, possui cerca de 200 mil anos quando surgiu o homo sapiens com seu cérebro neo-cortical. Mas antes dele, surgiu há cerca de 200 milhões de anos, o cérebro límbico, por ocasião da emergência dos mamíferos. Com eles, entrou no mundo o amor,o cuidado, o sentimento que se devotam à cria. Nós humanos, esquecemos que somos mamíferos intelectuais. Logo, somos fundamentalmente portadores de emoções, paixões e afetos. No cérebro límbico reside o nicho da ética, dos sentimentos oceânicos como os religiosos. Antes ainda há 300 milhões de anos, irrompeu o cérebro reptilíneo que responde por nossos reações instintivas; mas não é o caso de abordá-lo aqui.
O que importa é que hoje temos que enriquecer nossa razão intelectual com a razão cordial, muito mais ancestral, se quisermos fazer valer o cuidado e a espiritualidade.
Sem essas duas dimensões não iremos nos mobilizar para cuidar da Terra, da água, do clima, das relações inclusivas. Precisamos cuidar de tudo, sem o que as coisas se deterioram e perecem. E então iríamos encontro de um cenário dramático.
Outra tarefa é resgatar a dimensão da espiritualidade. Ela não deve ser identificada com a religião. Ela subjaz à religião porque é anterior a ela. A espiritualidade é uma dimensão inerente ao ser humano como a razão, a vontade e sexualidade. É o lado do profundo, de onde emergem as questões do sentido terminal da vida e do mundo.
Infelizmente estas questões foram tidas como algo privado e sem grande valor. Mas sem sua incorporação, a vida perde irradiação e alegria. Mas há um dado novo: os neurólogos concluiram que sempre que o ser humano aborda estas questões do sentido, do sagrado e de Deus, há uma aceleração sensível nos neurônios do lobo frontal. Chamaram a isso “ponto Deus” no cérebro, uma espécie de órgão interior pelo qual captmos a Presença de uma Energia poderosa e amorosa que liga e re-liga todas as coisas.
Avivar esse “ponto Deus” nos faz mais solidários, amorosos e cuidadosos. Ele se opõe ao consumismo e materialismo de nossa cultura. Todos, especialmente os que estão na escola, devem ser iniciados nessa espiritualidade, pois nos torna mais sensíveis aos outros, mais ligados à mãe Terra, à natureza e ao cuidado, valores sem os quais não garantiremos um futuro bom para nós.
Inteligência cordial e espiritualidade são as exigências mais urgentes que a a tual situação ameaçadora nos faz.
Leonardo Boff é colunista do JBonline e escreveu Saber cuidar, Vozes 2000 e O cuidado necessário e Vozes 2013.
Obrigada querido Mozart por compartilhar comigo este e outros trabalhos maravilhosos e sérios deste autor tão comprometido com as verdades universais.
Grande beijo
e lindo domingo de paz  para todos os habitantes do Planeta Terra.

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Fröhlichkeit – Alegria

Donnerstag, 15. März 2012

"Crescer significa batalhar por espaςo contra a estagnaςão."

„Als ich fünf jahre alt war, hat – quando eu tinha cinco anos,

mir meine Mutter immer – minha mãe sempre falava

gesagt, dass Frölichkeit das – que alegria

Wichtigste im Leben sei. – é a coisa mais importante na vida.

Als ich in die Schule kam, wurde – quando eu fui para a escola

ich gefragt, was ich sein will, – me perguntaram, o que eu gostaria de ser,

wenn ich groß bin. Ich schrieb: quando eu crescer. Eu escrevi:

fröhlich. – Alegre.

Sie meinten, ich hätte nicht verstanden. Eles acharam que eu não havia entendido.

Ich sagte ihnen, sie hätten das Leben nicht verstanden.“ Eu falei para Eles, que  Eles não estavam entendendo a vida.

John Lennon.

Beijos e um lindo comeςo de primavera- o verde muito devagar desponta! Não deixe  de ouvir o canto dos pássaros e sobretudo alegre-se pela vida!

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Ser Chique…

Mittwoch, 1. Juni 2011

"Sonhadores nao podem ser domados. Sonhos nao estao à venda." Paulo Coelho

Nunca o termo „chique“ foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje.
A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas.
Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas.
Muito mais que um belo carro Italiano. O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.
Chique mesmo é quem fala baixo. Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.
Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio.
Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuações inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta.
Chique mesmo é parar na faixa de pedestre. É evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.
Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador. É lembrar do aniversário dos amigos.
Chique mesmo é não se exceder jamais! Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.
Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor. É „desligar o radar“ quando estiverem sentados à mesa do restaurante, e prestar verdadeira atenção a sua companhia.
Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.
Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite! Mas para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos retornar ao mesmo lugar, na mesma forma de energia.
Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não te faça bem.
Lembre-se: o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour! Porque, no final das contas, chique mesmo é ser feliz!

Investir em conhecimento pode nos tornar sábios… mas amor e fé nos tornam humanos!

Nao pude deixar de compartilhar com vocês este texto super interessante escrito por Glória Kalil. O qual tive a oportunidade de ler porque ama amiga muito chic – a Ritinha – gentilmente me enviou ontem.

Beijos.

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„Longe é um lugar que nao existe“

Montag, 27. Dezember 2010

Sair do "solo" requer aprendizado.

Já nao sei mais quando me encantei por este pequeno livro, mas sei que faz anos que tenho grande parte de seu conteúdo cravado na memória. Ele traz  através de suas poucas e coloridas páginas  mensagens indescritivelmente profundas e que me ajudaram muito a compreender e aceitar melhor os meus próprios valores e sentimentos,  os quais até entao eu nao sabia como  exprimir através das  palavras.

Hoje quando me sinto de certa forma „longe“, penso que em funcao do frio e da neve que deixa tudo tao nostálgico, eu gostaria de compartilhar um pouco dele com vocês, por isso reproduzi algo abaixo:
„- Rae! Obrigado por me convidar para a sua festa de aniversário!

Sua casa fica a mil quilômetros da minha e viajo apenas pela melhor das razões. E uma festa para Rae é a melhor e estou ansioso para estar ao seu lado.

Começo a viagem no coração do Beija-Flor, que há tanto tempo você e eu conhecemos. Ele se mostrou amigo como sempre, mas ficou espantado quando lhe disse que a pequena Rae estava crescendo e que eu estava indo à sua festa de aniversário, levando um presente.

Voamos algum tempo em silêncio, até que finalmente ele disse:

– Não entendo muito bem o que você falou, mas o que menos entendo é o fato de estar ‚indo‘ a uma festa.

– Claro que estou indo à festa. – respondi. – O que há de tão difícil de se compreender nisso?

Ele ficou calado e só voltou a falar quando chegamos à casa da coruja:

– Podem os quilômetros separar-nos realmente dos amigos? Se quer estar com Rae, já não está lá?

– A pequena Rae está crescendo e estou indo à sua festa de aniversário com um presente. – Falei para a coruja. Parecia estranho dizer ‚indo‘ depois da conversa com Beija-Flor, mas falei assim mesmo para que Coruja compreendesse.

Ela voou em silêncio por um longo tempo.

Era um silêncio amistoso, mas Coruja disse ao me deixar em segurança na casa da águia:

– Não entendo muito bem o que você falou, mas o que menos entendo é ter chamado sua amiga de ‚pequena‘.

– Claro que ela é pequena, porque não é crescida – respondi. – O que há de tão difícil de se compreender nisso?

Coruja fitou-me com os olhos profundos, cor de âmbar, sorriu e disse:

– Pense a respeito.

– A pequena Rae está crescendo e estou indo à sua festa de aniversário com um presente. – Falei para Águia. Parecia estranho falar agora ‚ indo e pequena‘, depois das conversas com Beija-Flor e Coruja, mas falei assim mesmo para que Águia compreendesse.

Voamos juntos sobre as montanhas, subindo nos ventos das montanhas.

E Águia finalmente disse :

– Não entendo muito bem o que você falou, mas o que menos entendo é essa palavra ‚aniversário‘.

– Claro que é aniversário. – respondi. – Vamos comemorar a hora que Rae começou e antes da qual ela não era. O que há de tão difícil de se compreender nisso?

Águia curvou as asas para a descida e foi pousar suavemente sobre a areia do deserto.

– Um tempo antes de Rae começar? Não acha que é mais a vida de Rae que começou antes que o tempo existisse?

– A pequena Rae está crescendo e estou indo à sua festa de aniversário com um presente. – Falei para Gavião. Parecia estranho falar ‚indo, pequena e aniversário‘, depois das conversas com Beija-Flor, Coruja e Águia, mas falei assim mesmo para que Gavião compreendesse.

O deserto se estendia interminavelmente lá embaixo e ele finalmente disse:

– Não entendo muito bem o que você falou, mas o que menos entendo é ‚crescendo‘.

– Claro que ela está crescendo – respondi. – Rae está mais perto de ser adulta, mais longe de ser criança. O que há de tão difícil de se compreender nisso?

Gavião pousou finalmente numa praia deserta.

– Mais um ano longe de ser criança? Isso não me parece ser o mesmo que crescer.

E Gavião alçou vôo e foi embora.

Eu conhecia o bom senso de Gaivota. Voamos juntos, pensei com muito cuidado e escolhi as palavras, a fim de que, ao falar, Gaivota soubesse que eu estava aprendendo:

– Gaivota, por que está me levando a voar para ver Rae, quando na verdade sabe que estou com ela?

Gaivota sobrevoou o mar, as colinas, as ruas e pousou suavemente em seu telhado e disse:

– Porque o importante é você saber a verdade. Até saber, até realmente compreender, só pode demonstrá-la em coisas menores, com ajuda externa, de máquinas e pessoas e pássaros. Mas deve se lembrar sempre que não saber não impede a verdade de ser verdadeira.

E Gaivota se foi.

E agora é chegado o momento de abrir o seu presente. Presentes de lata e vidro amassam e quebram num dia, somem para sempre. Mas eu tenho um presente melhor para você.

É um anel para você usar. Cintila com uma luz especial e não pode ser tirado por ninguém, não pode ser destruído. Somente você, no mundo inteiro, pode ver o anel que lhe dou hoje, como fui o único que pude vê-lo quando era meu.

O anel lhe dá um novo poder. Usando-o, você pode alçar vôo nas asas de todos os pássaros que voam.

Pode ver através dos olhos dourados deles, pode tocar o vento que passa pôr suas penas macias, pode conhecer a alegria de se elevar muito acima do mundo e suas preocupações. Pode permanecer no céu pôr tanto tempo quanto quiser, através da noite, pelo descer do sol; e quando sentir vontade de outra vez descer, suas perguntas terão respostas, suas preocupações terão acabado.

Como tudo o que não pode ser tocado com a mão nem visto com o olho, seu presente se torna mais forte à medida que o usa.

A princípio, pode usá-lo apenas quando está fora de casa, contemplando o pássaro com quem você voa.

Mais tarde, porém, se usá-lo bem, vai funcionar com pássaros que não pode ver, até que finalmente acabará descobrindo que não precisa do anel nem de pássaro para voar sozinho acima da quietude das nuvens.

E quando esse dia chegar, deve dar seu presente a alguém que saiba que irá usá-lo bem, alguém que possa aprender que as coisas que importam são as feitas de verdade e alegria, não as de lata e vidro.

Rae, este é o último dia especial de comemoração a cada ano que estarei com você, tendo aprendido com os nossos amigos, os pássaros.

Não posso ir ao seu encontro porque já estou com você.

Você não é pequena porque já é crescida, brincando entre suas vidas como todos fazemos, pelo prazer de viver.

Você não tem aniversário porque sempre viveu; nunca jamais haverá de morrer. Não é a filha das pessoas a quem chama de mãe e pai, mas a companheira de aventuras delas na jornada maravilhosa para compreender as coisas que são.

Cada presente de um amigo é um desejo de felicidade.

É o caso do anel.

Voe livre e feliz além de aniversários e através do sempre. Haveremos de nos encontrar outra vez, sempre que desejarmos, no meio da única comemoração que não pode jamais terminar.“

Richard Bach.

Beijos e linda semana.

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Valores…

Donnerstag, 9. Dezember 2010

Veracidade, simplicidade, beleza rara.

Hoje o dia foi pesado de atividades e literalmente pesado de neve! Nossas vilas parecem de sonho, mergulhadas em branco. Me sinto como se estivesse numa história de príncipes e princesas do século XI. No entanto, as dificuldades em caminhar através da neve, tanto a pé, como de carro e o frio gelado que castiga a pele, me lembram que estamos apenas em pleno inverno rigoroso do século XXI. Penso que a natureza agradece e eu também por nao ter que ouvir os alarmes do „efeito estufa“. Agora, porém, nao pretendia realmente escrever sobre o tempo (um dos temas mais interessantes para os alemaes, seja para xingar ou elogiar!), mas sobre uma notícia que hoje estava em destaque no jornal „Rhein-Zeitung“. Muito boa, por sinal! Refere-se à escala de valores das criancas e jovens, segundo uma pesquisa realizada pela Unicef e a Revista infantil „Giolino“. A pesquisa foi realizada entre agosto e setembro deste ano entre 1500 criancas nas idades de 6 a 14 anos, cujo resultado tenho o prazer de transcrever abaixo:

1°- Amizade e família – sao os sublimes valores dos valores para as criancas na Alemanha;

2° – Seguranca e confianca – sao extremamente importantes na visao dos entrevistados;

3° – Respeito; justica, solidariedade, responsabilidade e educacao – sao também importantes sob a ótica dos pequenos;

  • Os entrevistados foram também questionados sobre a ausência da mae em funcao do trabalho:  elas reforcaram as dificuldades inerentes à questao, mas consideram importante a seguranca econômica que a família adquire quando ambos os pais têm emprego;

4° – Ao fim da lista destacam as criancas como sendo importantes: dinheiro, propriedades e ordem.

Nao é um bálsamo para o coracao e a alma o resultado desta pesquisa de opiniao?

Beijos.

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Egoisten sterben aus – egoístas em extinςão

Freitag, 1. Oktober 2010

Confiabilidade, responsabilidade, fidelidade - em alta.

Egoístas estao em fase de extinςão… este foi o texto de primeira página que „puxou“ muito rápido os meus olhos para a leitura do jornal, enquanto eu terminava de acordar ao tomar uma deliciosa xícara de café.

Eu nao pude acreditar nas palavras que formavam o título daquela publicacao e pensei em tratar-se de alguma piada para animar o nosso dia. De qualquer forma achei de bom gosto e fui tratando rapidinho de ler as informacoes que continham naquele pequeno texto, o qual tratava-se do resultado de uma pesquisa realizada em Hamburg pelo pesquisador do futuro (Zukunfsforscher) – Prof. Horst Opaschowski. Segundo a pesquisa desenvolvida por ele, desde o ataque terrorista de 11 de setembro 2001 „a cultura do prazer“ passou a tomar novos rumos.

As experiências acumuladas com as crises alteraram as expectativas e valores das pessoas na Alemanha – „das Ich braucht das Wir“ – o Eu precisa do Nós. A partir desta fórmula concebe-se uma nova linha de acao para a vida. A saudade de seguranca, lar, aconchego/aceitacao  social e calor humano aumenta. As pessoas tentam manter-se próximas umas das outras. Matrimônio, criancas e família sao de novo „in“.

O ideal de vida dos anos 80 e 90 – a explosao de experiências – torna-se cada vez mais questionável. As pessoas  valorizam cada vez  os princípios:

  • Confiabilidade;
  • Responsabilidade;
  • Fidelidade.

É interessante também ressaltar o que vêm impulsionando as pessoas a repensarem os seus valores: o medo de um futuro povoado e atormentado por crises de  inseguranca coletiva.

Considero compreensível e bem interessante o resultado deste trabalho. Me ajudou a entender um pouco mais o contexto no qual vivo e sobretudo a ter um pouco mais de esperanca num futuro próximo.

Beijos.

O conteúdo básico e o resultado desta pesquisa foi traduzido por Neusa Arnold-Cortez a partir do texto publicado pelo jornal Rhein-Zeitung em  01.10.2010

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